sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Sem roteiro, reservas e sem olhar a situação na conta bancária

Após um longo período sem visitar a Chapada Diamantina, resolvemos (eu e Júlio), repentinamente, matar a saudade desse que é um dos lugares mais incríveis dessa Bahia.



Saímos de Salvador por volta das 11h30. Tempo bom, BR 334 boa e vazia. Na Estrada do Feijão, a vegetação começa a mudar. Aos poucos, mandacarus começam a enfeitar a paisagem, a terra fica avermelhada, o nariz arde, a boca seca e, ao longe, avistamos a serra.



Chegando em Ipirá, a estrada está um pouco gasta e com alguns buracos "surpresa", mas nada que possa danificar o veículo do motorista atento. Pelo caminho, os postos vendem gasolina no valor de R$ 3,54 a R$ 3,79.

Após uma rápida parada e Ipirá para esticar as canelas e comer um pastel, pegamos o acesso a Itaberaba. No caminho, borboletas, rios e açudes bem abastecidos. Sinal de que a estiagem deu uma trégua.. É claro que também avistamos alguns rios mortos, mas confesso que em menor quantidade do que das outras vezes em que estive na região.

Uma obra de recuperação asfáltica na BR 242 está deixando o tráfego em meia pista e desacelera quem passa por lá. Nesse pedaço é preciso paciência com tantos "pare e siga".

Chegamos em Andaraí às 17h20. Agora é procurar hospedagem, relaxar  curtir a natureza.





3 comentários:

Bel disse...

Só acho que a pessoa deveria dizer que essa fase da Mochilagem é a dois...

Miliane Barreto disse...

E que só 50% desses mochileiros foram na primeira vez.

Favuca disse...

Sim. A dois. Se bem que em se fala do de fotografia, meu acompanhante não fita uma foto que apresentou. Então posso até dizer que é uma "a um".